Alt-J (∆) - Taro
Indochina, Capa, pula do jipe
Dois pés rastejam até a estrada
Para fotografar, para gravar
Pedaços de carne e a guerra
Eles avançam e também sua sorte
Oooh, oooh
Clarão branco muito amarelo
Uma arrancada violenta agarra a massa
Rasga a luz, rasga membros como trapos
Estoura tão alto, finalmente Capa cai no chão
Mina é um poço de água
Indolor, com imensa distância
Do médico, do colega, amigo
Inimigo, adversário, ele a cinco metros de sua perna
De você Taro
Oooh, oooh
Não pulverize nos olhos
Pulverizei você nos meus olhos
03:10 da tarde, Capa pende a morte
Tremores, últimos reflexos, últimos engasgos
Todas as cores e cuidados se tornam cinzas
Atrofiado e ferido a pontos
A mão esquerda segura
O que o corpo não segura
Ooh, oooh
O fotógrafo morreu
3,1415, já não é vivo, meu amor
Desvaneceu-se para casa, maio de 1954
As portas abrem como braços, meu amor
Indolor com uma grande proximidade
Para Capa, para Capa Capa, depois do nada é escuro
Se reuniu com sua perna e com você,Taro
Taro
Não pulverize nos olhos
Pulverizei você nos meus olhos
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