UM PLANETA FAMINTO
O mapa da fome, que tinge de negro mais da metade do mundo, aumentará suas fronteiras nos próximos anos, ameaçando a sobrevivência de grandes parcelas da população mundial. “Nesta noite” – sentenciou pateticamente o ex-senador chileno Rodomiro Tomic – “130 milhões de criaturas de toda a América Latina fecharão os olhos com fome, com fome física de pão”.
Nas grandes cidades da Índia, nas primeiras horas da manhã, caminhões percorrem as ruas recolhendo os miseráveis que durante a noite morrem nas sarjetas, vítimas da fome e da exaustão. Na África, milhões de homens, mulheres e crianças, seguram com mãos débeis e trêmulas um prato vazio, símbolo das angústias e misérias que ameaçam a paz e a estabilidade do mundo.
Uma assustadora porcentagem dos habitantes da Terra vive hoje em estado de fome ou subnutrição. E enquanto alguns ainda acreditam que um milagre tecnológico solucionará o problema, especialistas preveem um agravamento da situação como resultado da explosão populacional. Segundo o professor George Borgstron da Universidade de Michigan, a humanidade marcha de forma inexorável em direção a uma catástrofe alimentar sem precedentes.
Uma das razões da tragédia anunciada por Borgstron é que a Terra tem um limite de produção. Metade de sua área agricultável já está sendo cultivada. Pretender ir muito mais além requererá não somente enormes inversões de capitais, mas também poderá gerar danos ecológicos irreparáveis. “O mundo” – declarou Borgstron – “já avançou muito na derrubada de floresta. Já é crítica a situação com a destruição das nascentes das águas e sistemas ecológicos. Em consequência, os desertos tornaram-se cinco vezes mais extensos”.
“Todo ano, 60 milhões, 702 mil e 60 metros quadrados de terra (6 milhões de hectares) se transformam em desertos em todo o mundo, causando prejuízos econômicos de 26 bilhões de dólares”, afirmou Gaafar Karrar, do departamento de desertificação do Programa de Meio Ambiente da Organização das Nações Unidas.
A meta da ONU para conter o avanço dos desertos no ano 2020, tendo em vista diminuir o drama da fome na África, foi recentemente reconhecida pelos especialistas como inviável. A desertificação parece incontrolável. E quais são as consequências? Uma terrível seca afetando uma população que se calcula entre 30 e 35 milhões de habitantes em seis nações (Mauritânia, Mali, Níger, Chade, Senegal e Alto Volta) situadas na África Ocidental. Calcula-se que dez milhões já estão fisicamente afetados pelos horrores da fome e desnutrição, ameaçados pelo espectro sombrio da inanição total, se não forem socorridas em tempo hábil.
A fome, que com suas garras inclementes atinge também a Etiópia, Sudão, Quênia e outras nações, é provocada em última análise, não somente pela falta de precipitações pluviais, mas sobretudo por práticas agrícolas predatórias, pelo desmatamento irresponsável, pela agressão aos cursos de água e a consequente erosão do solo.
Descortinando o futuro como quem olha uma grande campina, o Senhor Jesus viu a atual situação da humanidade. Assim, identificou esta época como uma época de fome e ao mesmo tempo de indícios de Sua volta à Terra. Respondendo à pergunta dos discípulos, “Que sinal haverá da Tua vinda e do fim do mundo?” Encontramos esta frase: “... e haverá fomes, pestes e terremotos em vários lugares” (S. Mateus 24:7) (Foto: Divulgação).
Nas grandes cidades da Índia, nas primeiras horas da manhã, caminhões percorrem as ruas recolhendo os miseráveis que durante a noite morrem nas sarjetas, vítimas da fome e da exaustão. Na África, milhões de homens, mulheres e crianças, seguram com mãos débeis e trêmulas um prato vazio, símbolo das angústias e misérias que ameaçam a paz e a estabilidade do mundo.
Uma assustadora porcentagem dos habitantes da Terra vive hoje em estado de fome ou subnutrição. E enquanto alguns ainda acreditam que um milagre tecnológico solucionará o problema, especialistas preveem um agravamento da situação como resultado da explosão populacional. Segundo o professor George Borgstron da Universidade de Michigan, a humanidade marcha de forma inexorável em direção a uma catástrofe alimentar sem precedentes.
Uma das razões da tragédia anunciada por Borgstron é que a Terra tem um limite de produção. Metade de sua área agricultável já está sendo cultivada. Pretender ir muito mais além requererá não somente enormes inversões de capitais, mas também poderá gerar danos ecológicos irreparáveis. “O mundo” – declarou Borgstron – “já avançou muito na derrubada de floresta. Já é crítica a situação com a destruição das nascentes das águas e sistemas ecológicos. Em consequência, os desertos tornaram-se cinco vezes mais extensos”.
“Todo ano, 60 milhões, 702 mil e 60 metros quadrados de terra (6 milhões de hectares) se transformam em desertos em todo o mundo, causando prejuízos econômicos de 26 bilhões de dólares”, afirmou Gaafar Karrar, do departamento de desertificação do Programa de Meio Ambiente da Organização das Nações Unidas.
A meta da ONU para conter o avanço dos desertos no ano 2020, tendo em vista diminuir o drama da fome na África, foi recentemente reconhecida pelos especialistas como inviável. A desertificação parece incontrolável. E quais são as consequências? Uma terrível seca afetando uma população que se calcula entre 30 e 35 milhões de habitantes em seis nações (Mauritânia, Mali, Níger, Chade, Senegal e Alto Volta) situadas na África Ocidental. Calcula-se que dez milhões já estão fisicamente afetados pelos horrores da fome e desnutrição, ameaçados pelo espectro sombrio da inanição total, se não forem socorridas em tempo hábil.
A fome, que com suas garras inclementes atinge também a Etiópia, Sudão, Quênia e outras nações, é provocada em última análise, não somente pela falta de precipitações pluviais, mas sobretudo por práticas agrícolas predatórias, pelo desmatamento irresponsável, pela agressão aos cursos de água e a consequente erosão do solo.
Descortinando o futuro como quem olha uma grande campina, o Senhor Jesus viu a atual situação da humanidade. Assim, identificou esta época como uma época de fome e ao mesmo tempo de indícios de Sua volta à Terra. Respondendo à pergunta dos discípulos, “Que sinal haverá da Tua vinda e do fim do mundo?” Encontramos esta frase: “... e haverá fomes, pestes e terremotos em vários lugares” (S. Mateus 24:7) (Foto: Divulgação).

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